Festa do Bombo no Castelejo

No passado dia 10 de Junho, o Grupo de Bombos da Casa do Povo do Paul, participou na Festa do Bombo no Castelejo, organizada pelo Grupo de Bombos desta localidade.
Do programa que começou logo de manhã, destacou-se o desfile seguid0 do encontro no Largo da Igreja dos grupos de bombos de: Corre Adegas, Souto da Casa, Fundão, Paul, Ovelhas Negras - Fundão, Sempr´a Bombar- Cordinhã e claro está do Castelejo.
Neste local, os grupos tiveram a oportunidade de realizarem uma pequena actuação individualizada e mais tarde em simultâneo com todos os participantes da edição 2009 da Festa do Bombo.
À tarde, os grupos em palco realizaram ainda uma actuação intercalada por outras intervenções como foi o caso dos Cavaquinhos Sempre Frescos do Sobral do Campo.

Encontro de sons e emoções

Em dia de eleições europeias e de alguma instabilidade do tempo a oitava edição dos “Sons da Terra”, prometeu e cumpriu. A festa aconteceu. No Largo da Praça, muitos populares vibraram com a diversidade dos sons e das emoções. O acontecimento é já uma referência incontornável da agenda cultural da freguesia.
A VIII edição dos “Sons da Terra”, foi um encontro da música e dos sabores da tradição, que fez emergir e consolidar esta nova abordagem da matriz cultural da freguesia com novas sonoridades de instrumentos musicais e de percussão que marcam a diferença.
Os sons da terra de todo o lado, despoletam vibrações de quem faz o espectáculo e de quem o presencia. Na verdade a polifonia é multifacetada, ora tocadores de bombos, caixas, gaita-de-foles e pífaros, ora tocadoras de adufes e outros instrumentos tudo numa simbiose musical que “ mexe” com os participantes e com o público este ano um pouco mais reduzido e em sintonia com abstenção em dia de eleições europeias.
Com efeito, a aposta é manter em alta esta iniciativa da responsabilidade da Casa do Povo do Paul, por isso todos os anos pretende manter a tradição inovando. Na edição de 2009, a organização contou com o Grupo de Bombos da Casa do Povo do Paul, Fonte da Pipa, Adufeiras da Casa do Povo do Paul, Grupo de Bombos “ Maravilhas” e Girafoles e o apoio da Junta de Freguesia do Paul.
Mas, antes do espectáculo acontecer os grupos desfilaram pelas ruas da freguesia até ao Largo da Praça local onde as actuações tiveram lugar.
Com um alinhamento do espectáculo diferente a privilegiar a passagem dos grupos mais do que uma vez pela boca de cena, durante mais de duas horas a “ sala de visitas” da freguesia, foi o palco para multiculturalidade e os desempenhos que começaram logo com a garra e a sonoridade envolvente do grupo de bombos anfitriões, passando depois para a graciosidade e a harmonia dos adufes das mulheres da Casa do Povo, que por sua vez deram lugar ao grupo Fonte da Pipa, a fazer alarde de uma qualidade irrepreensível suportada por uma viagem musical onde nem os temas do saudoso Zeca Afonso faltaram, depois chegou a batida forte do Grupo “ Maravilhas” mais semelhante aos grupos chamados “Zés-Pereiras” característicos das festas e romarias do Norte de Portugal, que antecedeu uma das surpresas da tarde protagonizada pelo grupo Girafoles constituído só mulheres gaiteiras, adoptando a Gaita-de-Foles como o seu instrumento preferido.
Da suavidade à exuberância
Coube ao Grupo de Bombos da Casa do Povo local, encerrar as actuações e preparar o apogeu desta edição dos “Sons da Terra” com o simultâneo musical com todos os grupos participantes.
Com efeito, a sonoridade produzida por bombos, pífaros, adufes, caixas e gaita-de-foles a tocarem em conjunto, é uma sensação indescritível e seguramente “contagiante”, vivida em edições anteriores deste acontecimento cultural, no entanto, o apelo da musicalidade produzida é tal modo irresistível que a interacção entre músicos e público acontece sempre de forma espontânea e os sons e as emoções daqueles que por dentro e por fora testemunham estes momentos, fundem-se numa simbiose da suavidade à exuberância onde a musica popular assume lugar de destaque e a festa é todos e só a chuva que toda a tarde esteve a ameaçar acabou por aparecer e pôs fim ao simultâneo.
Ouvimos alguns protagonistas que viveram esta tarde notável, “ gostamos do Paul e sentimo-nos bem aqui, até porque já cá temos amigos por isso participar neste acontecimento musical foi para nós um prazer. O Grupo Fonte da Pipa, virá sempre ao Paul para participar nas actividades da Casa do Povo quer seja ou não convidado. Quanto ao “ Sons da Terra” é uma iniciativa de grande valor e que privilegia a musica popular portuguesa por isso deve continuar”. Asseverou Fernando, o director do grupo de Coimbra.
Para Vítor Gonçalves, esta foi uma experiência enriquecedora, “ todas as expectativas que eu tinha em relação a este espectáculo foram excedidas, estou verdadeiramente encantado com esta iniciativa, acho que devem continuar a desenvolve-la. O recinto é indicado para este tipo de eventos e então o simultâneo final foi arrebatador. Foi uma verdadeira força da natureza. Para nós esta experiencia foi marcante por isso agradeço sinceramente o convite que nos fizeram”. Sublinhou o dirigente do Grupo de Bombos “ Maravilhas”.
Mulheres gaiteiras assumem-se
Constituído por uma questão de afirmação das mulheres perante os seus maridos simultaneamente elementos do grupo “ Maravilhas”, o grupo Girafoles está a fazer o seu caminho desde do final do ano passado, “ estamos muito contentes por ter participado neste evento, é assim que ganhamos mais experiencia e para nós é muito positivo. O grupo nasceu por curiosidade e porque não queríamos ficar em casa não podendo acompanhar os nossos maridos, dai que, optamos por aprender a tocar gaita-de-foles. Vamos continuar neste rumo e estamos a pensar realizar numa iniciativa mais tradicional e aí teremos oportunidade de convidar o Grupo de Bombos e Adufes da Casa do Povo do Paul, que é de facto um grupo com grande experiência e diferente para melhor”. Esclareceu uma das responsáveis deste grupo Jacinta Azevedo.
Também a presidente da direcção da Casa do Povo estava exultante com o sucesso da iniciativa, “ mais uma vez marcámos a diferença. Os “ Sons da Terra” produzem espectáculos com cariz tradicional mas com alguns instrumentos que não chegam tão bem a este povo paulense, tudo tem a ver a cultura do nosso país e este foi sem duvida um grande espectáculo de sons autóctones. Quero agradecer a todos quanto nos ajudaram, na realização desta iniciativa, sem esta colaboração não era possível termos ganho uma vez mais esta aposta forte da Casa do Povo do Paul”. Rematou Leonor Narciso.
( Fonte Inforpaulense)

Bombos e Adufes animam Feira Medieval de Alenquer

A Feira Medieval de Alenquer vai decorrer de 19 a 21 de Junho/09 e vai proporcionar aos admiradores do património histórico uma viagem no tempo. É organizada pela câmara municipal e nela participam associações concelhias, sendo feita uma recriação que envolve manjares, jogos e farsas.
Os figurantes reproduzem, ao pormenor, através de trajes e maneiras, o ambiente da época. O desfile cruza-se com a música dos menestréis e os pregões dos almocreves e pelas bancas encontram-se, entre outros, cestas, doces, queijos, pão, enchidos e vinhos.
Este ano conta com a animação e sonoridade empolgante do Grupo de Bombos e Adufes da Casa do Povo do Paul.
No Parque Vaz Monteiro, no centro da vila, e durante três dias, os visitantes contam com gastronomia, tasquinhas, actividades circenses, música e artesanato recreativo da época.

Casa Típica com grande animação

Uma das mais valias para quem frequenta a Casa Típica do Paul, é poder usufruir de um serão diferente, onde a confraternização acontece, o diálogo flui sem constrangimento, a animação musical emerge de forma espontânea.

Este espaço de sociabilidade já conheceu grandes noites de animação, a musica alia-se com a oferta do pão caseiro, da filhó, da boa pinga (ai aquela jeropiga) e do enchido assada na brasa da lareira, que faz sempre companhia aos frequentadores da Casa da Típica.

No sábado 6 de Junho, aconteceu mais uma noite daquelas que ficam para arrecadar no baú das memórias, muito por “ culpa” do Grupo Fonte da Pipa.

Na verdade, este grupo oriundo de Coimbra, é já uma presença obrigatória nos eventos que a Casa do Povo leva a efeito.

Desta vez, o Fonte da Pipa veio para participar nos “ Sons da Terra”, mas veio logo de véspera e não deixou por mãos alheias a sua qualidade musical, boa disposição e enorme vontade de conviver com os paulenses.

Uma viagem musical multifacetada, onde nem temas do saudoso Zeca Afonso faltaram, foi aquilo que o público que enchia a Casa Típica pode ouvir e participar, consubstanciando assim mais uma grande noite de animação neste singular espaço de convivialidade.
" Fonte Inforpaulense"

Adufeiras no H2otel

Depois da visita dos administradores do H2otel às instalações da Casa do Povo do Paul e em particular à Casa Museu e Casa Típica, onde foi possível a direcção da associação paulense dar conta das actividades que desenvolve e da oferta cultural que dispõe, ficou agendado uma actuação das Adufeiras neste novo hotel sedeado em Unhais da Serra.

Aproveitando a presença de uma numerosa delegação brasileira de operadores turísticos que em conjunto com os seus homólogos portugueses, visitaram e jantaram nesta unidade hoteleira, as Adufeiras actuaram para este público nas instalações do H2otel.

Durante quase uma hora os temas do novo trabalho das Adufeiras “ Cantos da Terra” mesclados com as intervenções mais teatralizadas a propósito desta reunião entre brasileiros e portugueses, fizeram parte do espectáculo deste grupo paulense que apesar do adiantado da hora e de um “ público algo difícil” conseguiu entusiasmar grande parte da plateia.

No final Luís Veiga, da administração do hotel agradeceu a presença e o desempenho das Adufeiras, no que foi secundado por um brasileiro mais expressivo e também mais entusiasta, que não se coibiu de subir ao palco para tentar tocar adufe e tirar fotografias com as Adufeiras.

Sons da Terra 2009 na sala de visitas da vila

A VIII edição dos “Sons da Terra”, vai ser mais um encontro da música e dos sabores da tradição.
Já ninguém fica indiferente a esta nova abordagem da matriz cultural da freguesia com novas sonoridades de instrumentos musicais e de percussão que marcam a diferença.
Este ano, o certame era para contar com o grupo galego" Associação Meiramar Axóuxeres, mas dificuldades de última hora e as eleições europeias estiveram na origem do cancelamento da vinda dos galegos .
Sons da terra de todo o lado, ora tocadores de bombos, caixas, gaita-de-foles e pífaros, ora tocadoras de adufes, tudo numa simbiose musical que vai fazer emergir as vibrações que entoam sons próprios de quem conversa sobretudo com sons e voz.
Este é o cenário projectivo para a 8 ª edição dos “Sons da Terra”, organizada pela Casa do Povo do Paul, que vai ter lugar no domingo 7 de Junho, pelas cinco da tarde, apostando-se em sonoridades diferentes neste acontecimento, que já é uma referencia incontornável da oferta e da agenda cultural da freguesia.
Com efeito, a aposta é manter em alta este espectáculo, que seguramente vai encher o Largo da Praça, de populares que habitualmente envolvem-se com o espectáculo desta feita a cargo do Grupo de Bombos da Casa do Povo do Paul, Fonte da Pipa, Adufeiras da Casa do Povo do Paul, Grupo de Bombos " Maravilhas" e Girafoles.
Mas, antes do espectáculo acontecer os grupos vão desfilar pelas ruas da freguesia até ao local onde as actuações vão realizar-se no Largo da Praça.
A iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia do Paul e objectivamente pretende potenciar a diferença entre os espectáculos com cariz tradicional fazendo emergir alguns instrumentos que não chegam tão bem ao povo, mas que têm a ver com a cultura do nosso país, tornando-o sem dúvida num grande espectáculo de sons autóctones.
A não perder.
(" Fonte Inforpaulense")

Uma viagem transgressora às raízes da cultura

O Grupo de Bombos e Adufes da Casa do Povo do Paul, no penúltimo fim-de-semana de Maio 2009, na Chamusca, esteve no encerramento da Feira da Ascensão, no musical “ Cantos e Sons da Lusitânia”.
Esta foi, quiçá, uma das grandes experiências vivenciadas pelo grupo nos últimos anos.

De facto, este musical foi uma viagem sonora e visual a tradições
perdidas no tempo.
Foi também uma viagem transgressora com emoções saídas de vozes, com particular destaque para Teresa Tapadas, quando cantou a Sra. do Almortão acompanhada pelos adufes do grupo paulense.
Foi ainda uma festa para os sentidos, onde os sabores da tradição
se perpetuaram, envolvendo diversos grupos de cultura popular, sendo produzida com grandes cuidados cénicos pela Companhia Teatro Ribatejo.
Tencionamos dar algum desenvolvimento a esta noticia, porque este espectáculo marcante ficou na retina dos que estiveram na Chamusca, não dando por mal entregue o tempo, nem ter chegado ao Paul já na madrugada de segunda-feira e terem de trabalhar ou estudar neste dia logo pela manhã.